Reunião Internacional acontece dias 2 e 3 de maio em São Paulo.
Após o 1º Congresso Nacional da CSP-Conlutas que acontece de 27 a 30 de abril, em Sumaré (SP), e a realização do 1º de Maio, que ocorrerá em São Paulo (capital), haverá uma reunião internacional, em São Paulo (capital) com as delegações estrangeiras que estiverem no Congresso. Esta reunião está sendo convocada pela CSP-Conlutas e pela União Sindical de Solidariedade da França (Solidaires), além de outras organizações que estavam presentes no congresso do Solidaires em junho de 2011, na França.
O objetivo desta atividade, como o de outras que já foram realizadas, é buscar avançar na unidade internacional de todos os que lutam em diversas partes do mundo. Desde o norte da África até a Europa, desde a China até a América Latina, desde a África ao Caribe e da Ásia a América Central e América do Norte.
Programação da reunião
Dia 02/05
09:00h – abertura
10:00h as 16:00h – espaço para apresentação e informes dos países
16:00h as 19:00h – possibilidade de reuniões setoriais
Dia 03/05
09:00h ás 15:00h – discussão situação internacional, campanhas e propostas de iniciativas
15:00h as 17:00h – discussão e aprovação da declaração conjunta
Para mais informações acesse o menu ao lado direito do pagina principal deste site: Reunião Internacional
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Reunião Internacional acontece dias 2 e 3 de maio em São Paulo.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Deu na Imprensa: Acordo entre funcionários da Tupy e diretoria resulta em reajuste de 8% nos salários
A paralisação de 36 horas da Tupy, que terminou nesta terça e resultou em um aumento de 8% nos salários, começou com bilhetes trocados nos banheiros e vestiários da empresa. As primeiras conversas sobre uma possível greve começaram em janeiro.
Reclamações sobre problemas no ambiente de trabalho foram levadas inicialmente à Comissão Interna sobre Prevenção de Acidentes (Cipa).
— Falávamos das nossas insatisfações nas reuniões da Cipa e nunca fomos ouvidos. Alguma vezes falavam em nos dar advertências caso continuássemos a reclamar —, revela um dos trabalhadores que liderou o processo de mobilização interna.
Vendo que as reclamações não surtiam efeito, os trabalhadores começaram a trocar ideias por meio de bilhetes que eram colocados nos banheiros e vestiários.
— Deixávamos uma lista perguntando quem era a favor de fazer uma greve para reivindicar melhoria dos salários e do ambiente de trabalho. O pessoal escrevia na lista o nome e o turno em que trabalhava. Quando contamos um número forte o suficiente para fazer o movimento, começamos a organização —, diz o operário.
Os funcionários afirmam que os banheiros estampavam murais para a comunicação. O ritmo de trabalho nas máquinas era intensificado para que não houvesse oportunidade de conversa durante o expediente. Depois das listas de adeptos da greve, começaram os bilhetes para acertar o dia em que o movimento começaria.
A apresentação dos resultados da empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na segunda da semana passada, foi o detonador do movimento. O faturamento de R$ 2,19 bilhões em 2011 (16,8% a mais do que no ano anterior) e os lucros de R$ 203,4 milhões (31,7% maiores) foram a senha.
— Isto foi fundamental para o início da greve —, diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Genivaldo Ferreira.
Os funcionários do terceiro turno, que entraram às 5 horas de domingo, saíram de seus postos de trabalho por volta das 3h30 de segunda-feira, cientes de que os colegas do turno seguinte, que começaria às 5 horas, já estariam preparados para a mobilização. Começava ali a greve que surpreendeu a Tupy.
Fonte: ClicRbs
Reclamações sobre problemas no ambiente de trabalho foram levadas inicialmente à Comissão Interna sobre Prevenção de Acidentes (Cipa).
— Falávamos das nossas insatisfações nas reuniões da Cipa e nunca fomos ouvidos. Alguma vezes falavam em nos dar advertências caso continuássemos a reclamar —, revela um dos trabalhadores que liderou o processo de mobilização interna.
Vendo que as reclamações não surtiam efeito, os trabalhadores começaram a trocar ideias por meio de bilhetes que eram colocados nos banheiros e vestiários.
— Deixávamos uma lista perguntando quem era a favor de fazer uma greve para reivindicar melhoria dos salários e do ambiente de trabalho. O pessoal escrevia na lista o nome e o turno em que trabalhava. Quando contamos um número forte o suficiente para fazer o movimento, começamos a organização —, diz o operário.
Os funcionários afirmam que os banheiros estampavam murais para a comunicação. O ritmo de trabalho nas máquinas era intensificado para que não houvesse oportunidade de conversa durante o expediente. Depois das listas de adeptos da greve, começaram os bilhetes para acertar o dia em que o movimento começaria.
A apresentação dos resultados da empresa à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na segunda da semana passada, foi o detonador do movimento. O faturamento de R$ 2,19 bilhões em 2011 (16,8% a mais do que no ano anterior) e os lucros de R$ 203,4 milhões (31,7% maiores) foram a senha.
— Isto foi fundamental para o início da greve —, diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Genivaldo Ferreira.
Os funcionários do terceiro turno, que entraram às 5 horas de domingo, saíram de seus postos de trabalho por volta das 3h30 de segunda-feira, cientes de que os colegas do turno seguinte, que começaria às 5 horas, já estariam preparados para a mobilização. Começava ali a greve que surpreendeu a Tupy.
Fonte: ClicRbs
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Deu na Imprensa:Trabalhadores da Tupy fazem greve em Joinville Movimento grevista passa de 4 mil pessoas em frente à empresa, no bairro Boa Vista Atu
Trabalhadores da Tupy fazem greve em Joinville
Movimento grevista passa de 4 mil pessoas em frente à empresa, no bairro Boa Vista
Atualizada às 17h04min
Três mil trabalhadores da Fundição Tupy iniciaram greve na madrugada desta segunda-feira, em Joinville, e pararam em frente à sede da empresa, no bairro Boa Vista.
De acordo com o sindicato que representa a categoria, a manifestação briga por um reajuste salarial de 10,5%, enquanto a empresa oferece 6%. Os trabalhadores pedem também por melhores condições de trabalho e a revisão de valores do Prêmio de Participação nos Resultados.
FOTOS: Veja galeria de imagens da paralisação
Às 14h30, o policiamento no local liberou a rua em frente à Tupy para que os trabalhadores se reunissem para votar a favor da continuação da greve. No momento da assembleia, que foi estrategicamente marcada no horário da troca de turno, o público ultrapassou os 4 mil funcionários. Todos levantaram as mãos para sinalizar que concordam em seguir com o movimento até que haja uma negociação justa com a empresa.
Diante da greve, representantes do sindicato patronal da categoria estão em reunidão para debater o tema. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Genivaldo Ferreira, foi chamado para o encontro.
Através de um comunicado oficial, a Tupy informa que a paralisação estaria atingindo somente 10% dos trabalhadores do turno da noite e que as operações não foram afetadas. E informa que as negociações entre os sindicatos, cuja data base foi prorrogada para 30 de abril, continuam em andamento. A última greve ocorrida na Tupy foi em 1996.
Fonte: ClicRbs
Movimento grevista passa de 4 mil pessoas em frente à empresa, no bairro Boa Vista
Atualizada às 17h04min
Três mil trabalhadores da Fundição Tupy iniciaram greve na madrugada desta segunda-feira, em Joinville, e pararam em frente à sede da empresa, no bairro Boa Vista.
De acordo com o sindicato que representa a categoria, a manifestação briga por um reajuste salarial de 10,5%, enquanto a empresa oferece 6%. Os trabalhadores pedem também por melhores condições de trabalho e a revisão de valores do Prêmio de Participação nos Resultados.
FOTOS: Veja galeria de imagens da paralisação
Às 14h30, o policiamento no local liberou a rua em frente à Tupy para que os trabalhadores se reunissem para votar a favor da continuação da greve. No momento da assembleia, que foi estrategicamente marcada no horário da troca de turno, o público ultrapassou os 4 mil funcionários. Todos levantaram as mãos para sinalizar que concordam em seguir com o movimento até que haja uma negociação justa com a empresa.
Diante da greve, representantes do sindicato patronal da categoria estão em reunidão para debater o tema. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Genivaldo Ferreira, foi chamado para o encontro.
Através de um comunicado oficial, a Tupy informa que a paralisação estaria atingindo somente 10% dos trabalhadores do turno da noite e que as operações não foram afetadas. E informa que as negociações entre os sindicatos, cuja data base foi prorrogada para 30 de abril, continuam em andamento. A última greve ocorrida na Tupy foi em 1996.
Fonte: ClicRbs
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Apoio aos trabalhadores(as) da Tupy
Nós, da CENTRAL SINDICAL E POPULAR, CSP-Conlutas, apoiamos integralmente a luta dos companheiros(as) da Tupy e queremos, nesse momento, expressar nossa solidariedade.
Para nós, trabalhadores, cabe sempre contar apenas com nossas próprias forças para conseguir o que nos é de direito. Sabemos que para os patrões não faltam apoiadores, seja entre os governantes, ou na imprensa, de todo lado eles sempre contam com todo tipo de apoio.
Nossa luta mesmo sendo mais que justa, sempre se choca com a intransigência da patronal, que é insaciável na sua sede de lucros. Eles nos forçam a trabalhar em um ritmo absurdo, colocando em risco nossa saúde e até a vida. Mas negam sempre qualquer aumento, por pequeno que seja, agora, até mesmo na PPR querem nos engambelar.
Não nos resta outro caminho que não seja o da luta aberta. Por isso vocês estão corretos em cruzar os braços, pois é só com o prejuízo causado por nossa paralisação que poderemos quebrar essa intolerância da empresa.
Chamamos a todos os companheiros(as) a organizadamente seguirem na luta até a vitória. Viva a luta dos Trabalhadores da TUPY!
Para nós, trabalhadores, cabe sempre contar apenas com nossas próprias forças para conseguir o que nos é de direito. Sabemos que para os patrões não faltam apoiadores, seja entre os governantes, ou na imprensa, de todo lado eles sempre contam com todo tipo de apoio.
Nossa luta mesmo sendo mais que justa, sempre se choca com a intransigência da patronal, que é insaciável na sua sede de lucros. Eles nos forçam a trabalhar em um ritmo absurdo, colocando em risco nossa saúde e até a vida. Mas negam sempre qualquer aumento, por pequeno que seja, agora, até mesmo na PPR querem nos engambelar.
Não nos resta outro caminho que não seja o da luta aberta. Por isso vocês estão corretos em cruzar os braços, pois é só com o prejuízo causado por nossa paralisação que poderemos quebrar essa intolerância da empresa.
Chamamos a todos os companheiros(as) a organizadamente seguirem na luta até a vitória. Viva a luta dos Trabalhadores da TUPY!
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