Trabalhadores da Tupy fazem greve em Joinville
Movimento grevista passa de 4 mil pessoas em frente à empresa, no bairro Boa Vista
Atualizada às 17h04min
Três mil trabalhadores da Fundição Tupy iniciaram greve na madrugada desta segunda-feira, em Joinville, e pararam em frente à sede da empresa, no bairro Boa Vista.
De acordo com o sindicato que representa a categoria, a manifestação briga por um reajuste salarial de 10,5%, enquanto a empresa oferece 6%. Os trabalhadores pedem também por melhores condições de trabalho e a revisão de valores do Prêmio de Participação nos Resultados.
FOTOS: Veja galeria de imagens da paralisação
Às 14h30, o policiamento no local liberou a rua em frente à Tupy para que os trabalhadores se reunissem para votar a favor da continuação da greve. No momento da assembleia, que foi estrategicamente marcada no horário da troca de turno, o público ultrapassou os 4 mil funcionários. Todos levantaram as mãos para sinalizar que concordam em seguir com o movimento até que haja uma negociação justa com a empresa.
Diante da greve, representantes do sindicato patronal da categoria estão em reunidão para debater o tema. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Genivaldo Ferreira, foi chamado para o encontro.
Através de um comunicado oficial, a Tupy informa que a paralisação estaria atingindo somente 10% dos trabalhadores do turno da noite e que as operações não foram afetadas. E informa que as negociações entre os sindicatos, cuja data base foi prorrogada para 30 de abril, continuam em andamento. A última greve ocorrida na Tupy foi em 1996.
Fonte: ClicRbs
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segunda-feira, 9 de abril de 2012
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Apoio aos trabalhadores(as) da Tupy
Nós, da CENTRAL SINDICAL E POPULAR, CSP-Conlutas, apoiamos integralmente a luta dos companheiros(as) da Tupy e queremos, nesse momento, expressar nossa solidariedade.
Para nós, trabalhadores, cabe sempre contar apenas com nossas próprias forças para conseguir o que nos é de direito. Sabemos que para os patrões não faltam apoiadores, seja entre os governantes, ou na imprensa, de todo lado eles sempre contam com todo tipo de apoio.
Nossa luta mesmo sendo mais que justa, sempre se choca com a intransigência da patronal, que é insaciável na sua sede de lucros. Eles nos forçam a trabalhar em um ritmo absurdo, colocando em risco nossa saúde e até a vida. Mas negam sempre qualquer aumento, por pequeno que seja, agora, até mesmo na PPR querem nos engambelar.
Não nos resta outro caminho que não seja o da luta aberta. Por isso vocês estão corretos em cruzar os braços, pois é só com o prejuízo causado por nossa paralisação que poderemos quebrar essa intolerância da empresa.
Chamamos a todos os companheiros(as) a organizadamente seguirem na luta até a vitória. Viva a luta dos Trabalhadores da TUPY!
Para nós, trabalhadores, cabe sempre contar apenas com nossas próprias forças para conseguir o que nos é de direito. Sabemos que para os patrões não faltam apoiadores, seja entre os governantes, ou na imprensa, de todo lado eles sempre contam com todo tipo de apoio.
Nossa luta mesmo sendo mais que justa, sempre se choca com a intransigência da patronal, que é insaciável na sua sede de lucros. Eles nos forçam a trabalhar em um ritmo absurdo, colocando em risco nossa saúde e até a vida. Mas negam sempre qualquer aumento, por pequeno que seja, agora, até mesmo na PPR querem nos engambelar.
Não nos resta outro caminho que não seja o da luta aberta. Por isso vocês estão corretos em cruzar os braços, pois é só com o prejuízo causado por nossa paralisação que poderemos quebrar essa intolerância da empresa.
Chamamos a todos os companheiros(as) a organizadamente seguirem na luta até a vitória. Viva a luta dos Trabalhadores da TUPY!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
TODO APOIO À GREVE DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE JOINVILLE
No país todo vemos a situação do serviço público ficar de mal a pior com o passar dos anos. O recente corte de verbas de Dilma no orçamento público em R$ 50 bi atingiu áreas fundamentais como a saúde e educação e veio acompanhado de cortes em concursos públicos. O arrocho se reproduziu nas políticas dos governos estaduais até chegar os municipais, como o de Carlito (PT) em Joinville. Isso é muito grave num momento de inflação generalizada, onde os artigos mais consumidos pelos trabalhadores, como os alimentos, estão subindo muitas vezes mais do que o que diz o governo e a grande mídia na TV e no jornal. A saída para mudar a situação é a luta e a organização independente dos trabalhadores.
Nós, da CSP-CONLTAS (Central Sindical e Popular) de Santa Catarina, manifestamos aqui nosso apoio à greve dos trabalhadores do serviço público municipal de Joinville e a defesa de sua pauta de reivindicação. Também repudiamos a criminalização realizada pelo prefeito de Joinville, Carlito Merss (PT), que entrou na justiça pedindo a ilegalidade da greve da saúde e impondo multa diária ao sindicato.
Chamamos também todo movimento sindical, movimento estudantil e movimento social em geral ligado aos interesses da classe trabalhadora a se posicionarem ao lado dessa greve e repudiarem a criminalização dela.
Nós, da CSP-CONLTAS (Central Sindical e Popular) de Santa Catarina, manifestamos aqui nosso apoio à greve dos trabalhadores do serviço público municipal de Joinville e a defesa de sua pauta de reivindicação. Também repudiamos a criminalização realizada pelo prefeito de Joinville, Carlito Merss (PT), que entrou na justiça pedindo a ilegalidade da greve da saúde e impondo multa diária ao sindicato.
Chamamos também todo movimento sindical, movimento estudantil e movimento social em geral ligado aos interesses da classe trabalhadora a se posicionarem ao lado dessa greve e repudiarem a criminalização dela.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Panfleto da CSP para o Ato do dia 18 de Maio
Boa Tarde, parabéns a você grevista que tem a coragem por lutar pelo que é certo: por uma educação forte, um serviço publico de qualidade, ou seja, melhoras para todos. Em dias como hoje, em que se costuma dizer que problemas se resolvem sozinho ou votando em um “messias”, vimos aqui uma grande lição, a lição da união, da solidariedade.
Infelizmente o que Colombo/Tebaldi fazem com a educação é o mesmo que Carlito faz com Joinville e Dilma com o corte de 50 Bilhões para a educação e a tentativa de congelar o salário dos servidores públicos nacionais por 10 anos: é a lógica de sempre, independente da cor ou da sigla na bandeira. Se governa para os ricos e primeiro eles, insentando impostos e pagando mil vezes a mesma dívida; depois para nós, migalhas e retorno da inflação.
A greve dos servidores municipais mostra o caminho certo para a vitória, não podemos acreditar em promessas. Não podemos ter medo das perseguições como a de Carlito, que faz um militante do PT e da CUT usar métodos da ditadura. Temos muita força juntos para obter vitórias, como demostramos aqui no município. Vamos Juntos até a vitória.
Infelizmente o que Colombo/Tebaldi fazem com a educação é o mesmo que Carlito faz com Joinville e Dilma com o corte de 50 Bilhões para a educação e a tentativa de congelar o salário dos servidores públicos nacionais por 10 anos: é a lógica de sempre, independente da cor ou da sigla na bandeira. Se governa para os ricos e primeiro eles, insentando impostos e pagando mil vezes a mesma dívida; depois para nós, migalhas e retorno da inflação.
A greve dos servidores municipais mostra o caminho certo para a vitória, não podemos acreditar em promessas. Não podemos ter medo das perseguições como a de Carlito, que faz um militante do PT e da CUT usar métodos da ditadura. Temos muita força juntos para obter vitórias, como demostramos aqui no município. Vamos Juntos até a vitória.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Técnico-administrativos da Universidade Federal do Paraná deflagram greve por tempo indeterminado
Na manhã desta segunda-feira, 28 de março, cerca de trezentos servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Paraná participaram da assembleia convocada pelo sindicato da categoria, o Sinditest-PR, e decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado.
A decisão não foi unânime. Um grupo de oposição à atual direção do sindicato, ligado à CTB, foi contra (aproximadamente 10 votos), e houve algumas abstenções.
O motivo da dissensão foi o resultado inesperado da Plenária Nacional da Fasubra, realizada neste fim de semana, que abortou o movimento grevista.
O motivo da dissensão foi o resultado inesperado da Plenária Nacional da Fasubra, realizada neste fim de semana, que abortou o movimento grevista.
A política votada na Plenária Nacional —aguardar a negociação com o governo e “fortalecer” a mobilização— foi rechaçada pela assembleia, e denunciada como uma traição da ala governista da Fasubra ao processo nacional de mobilização da categoria.
A greve na UFPR conta com a adesão massiva dos trabalhadores do Hospital de Clínicas, os primeiros que sofrerão as consequências da Medida Provisória n.º 520/10, que privatiza os hospitais universitários em todo o país.
A greve já recebeu o apoio do DCE e do Conselho de Entidades de Base, instância que reúne os Centros Acadêmicos.
O Comando de Greve desenvolverá ações políticas durante a semana, visando aumentar a adesão nos diversos campi da instituição. A expectativa da categoria é a de que durante a semana outras universidades federais entrem em greve, ajudando a furar o bloqueio da política de “aguardar e negociar” da direção da Fasubra.
André Luís, de Curitiba
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