quarta-feira, 13 de abril de 2011

PRAZER, SOMOS A CSP-CONLUTAS!

Provavelmente este é seu primeiro contato conosco. A Central Sindical e Popular CONLUTAS, fundada em 2010, é uma entidade que congrega em seu interior sindicatos, movimentos sociais (por moradia, contra o racismo, machismo e homofobia, por exemplo), oposições sindicais e entidades estudantis. Estamos unid@s devido ao afastamento da CUT dos trabalhadores e a sua consolidação como um instrumento a serviço do governo.

Além da necessidade da construção de uma entidade que realmente represente os trabalhadores, de forma independente é preciso um novo rumo para o movimento sindical, construir uma unidade central que junte o campo e cidade, trabalhadores e estudantes em dentro da mesma entidade, dirigida pela base. Por isso existimos.

Aqui na cidade somos um grupo de pessoas que concordam que nem a CUT e nem a UNE servem como instrumento de luta e apoio aos trabalhadores ou estudantes. Entidades que recebem verbas milionárias do governo federal resolvem suas contradições nas mesas de negociação e acabam com tudo em pizza. Acreditamos que precisamos ter movimentos que lutem contra as opressões, associações de bairro, comprometidas com o meio ambiente e a qualidade dos serviços públicos e a garantia de nossos direitos.

Queremos resgatar o que havia de melhor no movimento operário e estudantil, ou seja, a solidariedade e a combatividade e a independência, assim como aprender com os erros do passado. Queremos uma entidade que a base decida os rumos do movimento, que una todos os tipos de movimentos em um só lugar, pois afinal a luta de tod@s é a mesma...
Junte-se a nos, venha construir essa idéia, venha construir e participar no próximo dia 16 de abril do primeiro encontro estadual da CSP – CONLUTAS em Florianópolis.

domingo, 10 de abril de 2011

I Encontro Estadual da CSP-CONLUTAS em Santa Catarina

I Encontro Estadual da CSP-Conlutas SC
Organizando juntos, fortalecemos as lutas

16 de abril de 2011. Auditório do IFSC. Av. Mauro Ramos, n.º 950. Florianópolis - SC

08h30min – Mesa: Conjuntura e Reorganização.
- Atenágoras Lopes (Secretaria Executiva da CSPConluta Nacional).
- Paulo Rizzo (Presidente da Seção Sindical do Andes na UFSC).
- Marcos Dorval Schmitz (Diretor do Sinasefe SC).

12h00min - Almoço

13h30min - Reuniões setoriais por categoria, movimento ou setor.

15h30min - Plenária final:
- Plano de lutas.
- Funcionamento.
- Finanças.
- Eleição da Secretaria Executiva.

Contatos: João Sol - (48) 8406-0184 - Miliane - (48) 9935-8112 - Dorval (48) 8804-9470 ou pelo e-mail trabalhadoremluta@gmail.com

O governo Dilma já começou marcado por importantes ataques à classe trabalhadora: corte recorde de mais de R$ 50 bilhões do orçamento, votação do salário mínimo de R$ 545, congelamento salarial para o funcionalismo e a perspectiva de novas reformas neoliberais, como a previdenciária. No nosso estado, o governo Colombo ataca ferozmente os trabalhadores, com privatizações, cortes de verbas e congelamento de salários dos servidores. Nos municípios, se dá o mesmo tipo de ataques.

Para enfrentar esta difícil conjuntura, a CSP-Conlutas está articulando, com diversas organizações do movimento sindical e popular, um dia nacional de lutas para 28 de abril, com manifestações unificadas em todo o país. Chamamos todas as entidades dos movimentos sociais catarinenses para construirmos em nosso estado um grande dia de luta unitário neste 28 de abril.

Só em 2011, já estivemos à frente da solidariedade aos atingidos por enchentes no estado do Rio de Janeiro, no repúdio ao aumento dos parlamentares e governantes, na exigência de um aumento digno para o salário mínimo, no fortalecimento das lutas do funcionalismo, entre outras lutas.

Os militantes da nossa central estão entre os 13 militantes que foram presos porque se manifestaram repudiando a visita do presidente dos EUA e os acordos de submissão
e entrega do pré-sal ao imperialismo. As greves gerais dos trabalhadores europeus e as grandes lutas que varrem o norte da África e o Oriente Médio nos inspiram a continuar apostando na luta coletiva em defesa de direitos sociais e na construção de um rumo socialista para a sociedade.

A Central Sindical e Popular CSP-Conlutas surgiu de um processo de unificação de diferentes organizações no Congresso da Classe Trabalhadora, ocorrido em junho de
2010, em Santos. Congrega sindicatos, movimentos populares, movimento estudantil e movimentos de luta contra as opressões (mulheres, negros e GLBTs).

A CSP-Conlutas é a única Central brasileira que não passou para o lado do governo e está sempre nas lutas dos trabalhadores, da juventude e dos movimentos sociais. Mantém a sua independência, ao não aceitar dinheiro dos governos e patrões. Na CSP-Conlutas, as decisões são tomadas democraticamente pelos representantes eleitos nas
entidades de base dos trabalhadores e movimentos sociais, com plena autonomia.

Vamos construir o I Encontro da CSP-Conlutas Santa Catarina. Para este encontro, as diferentes entidades, movimentos e oposições devem discutir e eleger os seus representantes para compor a secretaria executiva da CSPConlutas SC, bem como pensar em planos de construção política e de finanças para a Central em nosso estado.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sepe convoca paralisação extraordinária das escolas municipais do Rio, contra a falta de segurança

O Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação do Rio de Janeiro) convoca as escolas municipais do Rio para uma paralisação extraordinária de 24 horas neste dia 8, sexta-feira, com ato público na Cinelândia, às 10h. O objetivo desta paralisação é demonstrar a indignação dos profissionais de educação contra mais esse ato de violência em nossas escolas, representada por essa tragédia ocorrida hoje, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, com a morte, até agora, de 11 alunos, vítimas de um atirador.

O Sepe convoca as demais redes públicas e particulares de educação a se juntar ao ato na Cinelândia. O sindicato acredita que mais investimentos nas escolas públicas podem diminuir os riscos de repetição deste triste fato. Há uma carência na rede de milhares de profissionais especializados na segurança dos alunos, como porteiros e inspetores nas escolas públicas. Os governos não fazem concursos para cobrir esta carência.

A falta de segurança nas escolas municipais e estaduais do Rio vem sendo denunciada pelo Sepe há anos mas, infelizmente, os governos se recusam a discutir com a categoria o assunto. Dessa forma, o Sepe exige que o prefeito Paes e o governador, os respectivos secretários de educação do estado e município do Rio, e as autoridades de segurança de nosso estado discutam com os profissionais de educação como enfrentar esse grave problema.

Ainda há pouco, o prefeito Paes, em uma comprovação do que falamos, afirmou em entrevista coletiva que “escolas continuarão abertas”, sem especificar qualquer política de segurança.

Nos últimos anos, o Sepe já esteve algumas vezes no Ministério Público e na Câmara de Vereadores para denunciar o aumento da violência nas escolas públicas do Rio de Janeiro. O número de casos de violência dentro e no entorno das escolas tem aumentado de ano para ano: agressões a professores, brigas de alunos, balas perdidas resultantes de operações policiais ou confronto de quadrilhas de traficantes; todas estas ocorrências tem provocado ferimentos e até mortes de alunos e o sindicato tem denunciado às autoridades, mas, até o momento, nossas denúncias tem caído no vazio e as ocorrências continuam acontecendo.

Por conta deste fato, o Departamento Jurídico do Sepe está estudando entrar na Justiça contra as autoridades municipais (responsáveis pela rede municipal) e estaduais (responsáveis pela segurança pública) responsabilizando-as criminalmente pela lamentável tragédia ocorrida hoje pela manha na EM Tasso da Silveira.

terça-feira, 5 de abril de 2011

I ENCONTRO ESTADUAL DA CSP-CONLUTAS SANTA CATARINA : ORGANIZANDO JUNTOS, FORTALECEMOS AS LUTAS

O governo Dilma já começou marcado por importantes ataques à classe trabalhadora: corte recorde de mais de R$ 50 bilhões do orçamento, votação do salário mínimo de R$ 545, congelamento salarial para o funcionalismo e a perspectiva de novas reformas neoliberais, como a previdenciária. No nosso estado, o governo Colombo
ataca ferozmente os trabalhadores, com privatizações, cortes de verbas e congelamento de salários dos servidores. Nos municípios, se dá o mesmo tipo de ataques.

Para enfrentar esta difícil conjuntura, a CSP-Conlutas está articulando, com diversas organizações do movimento sindical e popular, um dia nacional de lutas para 28 de abril, com manifestações unificadas em todo o país. Chamamos
todas as entidades dos movimentos sociais catarinenses para construirmos em nosso estado um grande dia de luta unitário neste 28 de abril.

Só em 2011, já estivemos à frente da solidariedade aos atingidos por enchentes no estado do Rio de Janeiro, no repúdio ao aumento dos parlamentares e governantes, na exigência de um aumento digno para o salário mínimo, no
fortalecimento das lutas do funcionalismo, entre outras lutas. Os militantes da nossa central estão entre os 13 militantes que foram presos porque se manifestaram repudiando a visita do presidente dos EUA e os acordos de
submissão e entrega do pré-sal ao imperialismo.

As greves gerais dos trabalhadores europeus e as grandes lutas que varrem o norte da África e o Oriente Médio nos inspiram a continuar apostando na luta coletiva em defesa de direitos sociais e na construção de um rumo socialista para a sociedade.

A Central Sindical e Popular CSP-Conlutas surgiu de um processo de unificação de diferentes organizações no Congresso da Classe Trabalhadora, ocorrido em junho de 2010, em Santos.

Congrega sindicatos, movimentos populares, movimento estudantil e movimentos de luta contra as opressões (mulheres, negros e GLBTs).A CSP-Conlutas é a única Central brasileira que não passou para o lado do governo
e está sempre nas lutas dos trabalhadores, da juventude e dos movimentos sociais. Mantém a sua independência, ao não aceitar dinheiro dos governos e patrões. Na CSP-Conlutas, as decisões são tomadas democraticamente pelos
representantes eleitos nas entidades de base dos trabalhadores e movimentos sociais, com plena autonomia.

Vamos construir o I Encontro da CSP-Conlutas Santa Catarina. Para este encontro, as diferentes entidades, movimentos e oposições devem discutir e eleger os seus representantes para compor a secretaria executiva da CSP-Conlutas SC, bem como pensar em planos de construção política e de finanças para a Central em nosso
estado.

O I Encontro Estadual da CSP-Conlutas SC irá ocorrer em Florianópolis, no dia 16 de abril de 2011, das 08:30 às 18:30, no Auditório do IFSC, Av. Mauro Ramos, n.º 950.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Deu na imprensa: Do Canteiro de Obras para a Reunião do Planalto

Segue abaixo o link da materia que saiu no O Globo:
Clique Aqui

E veja também o que saiu na Coluna Nhenhenhém, de Jorge Bastos Moreno, clique aqui!

quarta-feira, 30 de março de 2011

CSP-Conlutas repudia declarações homofóbicas e racistas do deputado Jair Bolsonaro

A CSP-Conlutas repudia veementemente as declarações reacionárias, homofóbicas e racistas do deputado Jair Bolsonaro do PP (Partido Progressista), num programa de TV na última segunda-feira, 28 de abril.
O deputado afirmou, dentre outras coisas, que “não viajaria num avião pilotado por um cotista e nem seria operado por médico cotista”, referindo-se à política de cotas raciais. Além disso, acusou a comunidade gay de promiscua e de “comportamento de quem não tem pai presente e de quem não recebeu uma boa educação”.
A entrevista deixou bastante evidente a orientação política de cunho ultradireitista do deputado, que disparou seu arsenal de preconceitos e ainda fez apologia à ditadura militar. “Os presidentes militares são meus gurus na política”, afirmou. Ele ressaltou ainda que “daria umas porradas no meu filho se ele fosse pego fumando maconha e que se agir com energia é tortura, o torturaria sim”.
É lamentável as posições defendidas pelo deputado Bolsonaro. Temos que encarar este episódio com a seriedade que o tema requer, pois, constantemente ele faz declarações desse tipo e nenhuma punição é aplicada.
Posturas como estas, vindas de um parlamentar que tem a incidência na opinião pública que o cargo oferece, devem ser combatidas e punidas. Elas são os ingredientes que nutrem os grupos e indivíduos que têm praticado cada vez mais atos de violência contra gays, negros e demais setores oprimidos na nossa sociedade.
Um exemplo disso foi o caso recente ocorrido com o militante do Setorial GLBT da CSP-Conlutas, Guilherme Rodrigues. Ele foi covardemente atacado por um grupo que num posto de gasolina tentava agredir um casal gay. Ao identificarem Guilherme como homossexual partiram para intimidá-lo e o agrediram.
Manifestação contra ataque homofóbico - A nossa Central juntamente com outras organizações realizou na última segunda- feira (28) uma manifestação repudiando a agressão e exigindo a punição dos culpados. O ato foi em frente ao 4º Distrito Policial, próximo a Av. Paulista, local onde Guilherme registrou o Boletim de Ocorrência após ser agredido. Cerca de 100 ativistas e diversas organizações participaram do protesto.
Segundo Guilherme, o ato foi também em solidariedade a todas as vitimas que sofreram ataques homofóbicos, além disso, os manifestantes exigiram que seja aprovado o PLC-122, projeto de lei que criminaliza a homofobia.
Para Guilherme as declarações do deputado federal são inadmissíveis. “Este deputado tem que ser punido. Ele representa quão opressivo é o governo”, denunciou.
Por tudo isso é necessária e urgente a punição para o deputado Bolsonaro que por incrível que pareça é suplente nas Comissões de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados. Precisamos realizar todas as ações políticas e jurídicas para responder a altura a este senhor que vive disseminando a intolerância, caldo de cultura para o fascismo.
Ana Pagamunici - Membro da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas e do Setorial de Mulheres
 

Técnico-administrativos da Universidade Federal do Paraná deflagram greve por tempo indeterminado

Na manhã desta segunda-feira, 28 de março, cerca de trezentos servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Paraná participaram da assembleia convocada pelo sindicato da categoria, o Sinditest-PR, e decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado.
A decisão não foi unânime. Um grupo de oposição à atual direção do sindicato, ligado à CTB, foi contra (aproximadamente 10 votos), e houve algumas abstenções.
O motivo da dissensão foi o resultado inesperado da Plenária Nacional da Fasubra, realizada neste fim de semana, que abortou o movimento grevista.
A política votada na Plenária Nacional —aguardar a negociação com o governo e “fortalecer” a mobilização— foi rechaçada pela assembleia, e denunciada como uma traição da ala governista da Fasubra ao processo nacional de mobilização da categoria.
A greve na UFPR conta com a adesão massiva dos trabalhadores do Hospital de Clínicas, os primeiros que sofrerão as consequências da Medida Provisória n.º 520/10, que privatiza os hospitais universitários em todo o país.
A greve já recebeu o apoio do DCE e do Conselho de Entidades de Base, instância que reúne os Centros Acadêmicos.
O Comando de Greve desenvolverá ações políticas durante a semana, visando aumentar a adesão nos diversos campi da instituição. A expectativa da categoria é a de que durante a semana outras universidades federais entrem em greve, ajudando a furar o bloqueio da política de “aguardar e negociar” da direção da Fasubra.
André Luís, de Curitiba