No país todo vemos a situação do serviço público ficar de mal a pior com o passar dos anos. O recente corte de verbas de Dilma no orçamento público em R$ 50 bi atingiu áreas fundamentais como a saúde e educação e veio acompanhado de cortes em concursos públicos. O arrocho se reproduziu nas políticas dos governos estaduais até chegar os municipais, como o de Carlito (PT) em Joinville. Isso é muito grave num momento de inflação generalizada, onde os artigos mais consumidos pelos trabalhadores, como os alimentos, estão subindo muitas vezes mais do que o que diz o governo e a grande mídia na TV e no jornal. A saída para mudar a situação é a luta e a organização independente dos trabalhadores.
Nós, da CSP-CONLTAS (Central Sindical e Popular) de Santa Catarina, manifestamos aqui nosso apoio à greve dos trabalhadores do serviço público municipal de Joinville e a defesa de sua pauta de reivindicação. Também repudiamos a criminalização realizada pelo prefeito de Joinville, Carlito Merss (PT), que entrou na justiça pedindo a ilegalidade da greve da saúde e impondo multa diária ao sindicato.
Chamamos também todo movimento sindical, movimento estudantil e movimento social em geral ligado aos interesses da classe trabalhadora a se posicionarem ao lado dessa greve e repudiarem a criminalização dela.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
TODO APOIO À GREVE DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE JOINVILLE
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Panfleto da CSP para o Ato do dia 18 de Maio
Boa Tarde, parabéns a você grevista que tem a coragem por lutar pelo que é certo: por uma educação forte, um serviço publico de qualidade, ou seja, melhoras para todos. Em dias como hoje, em que se costuma dizer que problemas se resolvem sozinho ou votando em um “messias”, vimos aqui uma grande lição, a lição da união, da solidariedade.
Infelizmente o que Colombo/Tebaldi fazem com a educação é o mesmo que Carlito faz com Joinville e Dilma com o corte de 50 Bilhões para a educação e a tentativa de congelar o salário dos servidores públicos nacionais por 10 anos: é a lógica de sempre, independente da cor ou da sigla na bandeira. Se governa para os ricos e primeiro eles, insentando impostos e pagando mil vezes a mesma dívida; depois para nós, migalhas e retorno da inflação.
A greve dos servidores municipais mostra o caminho certo para a vitória, não podemos acreditar em promessas. Não podemos ter medo das perseguições como a de Carlito, que faz um militante do PT e da CUT usar métodos da ditadura. Temos muita força juntos para obter vitórias, como demostramos aqui no município. Vamos Juntos até a vitória.
Infelizmente o que Colombo/Tebaldi fazem com a educação é o mesmo que Carlito faz com Joinville e Dilma com o corte de 50 Bilhões para a educação e a tentativa de congelar o salário dos servidores públicos nacionais por 10 anos: é a lógica de sempre, independente da cor ou da sigla na bandeira. Se governa para os ricos e primeiro eles, insentando impostos e pagando mil vezes a mesma dívida; depois para nós, migalhas e retorno da inflação.
A greve dos servidores municipais mostra o caminho certo para a vitória, não podemos acreditar em promessas. Não podemos ter medo das perseguições como a de Carlito, que faz um militante do PT e da CUT usar métodos da ditadura. Temos muita força juntos para obter vitórias, como demostramos aqui no município. Vamos Juntos até a vitória.
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SOBRE O DIREITO À GREVE DOS PROFESSORES EFETIVOS E ACTS
Diante de algumas dúvidas, em especial dos professores ACTs, quanto ao direito de greve informamos: De acordo com a Constituição de 1988, em seu Art.37 inciso VII, que trata do direito de greve, bem como o art 37 inciso XVI, do direito à manifestação, está assegurado que todos os servidores públicos podem se manifestar livremente, desde que cumpram os preceitos da lei que trata do percentual de serviços essenciais que devem ser oferecidos à população, abrangendo as áreas de: saúde, segurança, abastecimento de água e combustível, transporte público. Notem que a educação está excluída dos serviços essenciais.
No mesmo sentido, o STF no mandado de Injunção 670, 708, 712 entende que os mesmos direitos dos trabalhadores do setor privado se aplicam ao setor público, o que equivale a dizer que tanto os professores efetivos quanto os ACTS tem o direito de greve e de manifestação assegurados por lei.
Reafirmamos que os trabalhadores da educação publica, de acordo com a lei, pelo fato de a educação não se enquadrar na categoria dos serviços essenciais, tem seu direito garantido tanto pela Constituição como pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Quanto ao medo da demissão dos ACTs, esclarecemos que esta só pode ocorrer mediante as seguintes situações:
-No final do Contrato;
-Por pedido do interessado;
-No caso de três faltas injustificadas seguidas ou cinco intercaladas, o que não é o caso da greve. Como greve é direito assegurado, estas faltas não caracterizam faltas injustificadas que possam levar à demissão;
-Retorno do efetivo, no caso de ACTs em vagas vinculadas.
Sabemos da apreensão dos professores, em especial dos ACTs, sobre seu direito ou não de participarem do movimento grevista e da pressão que será feita por parte do governo aos trabalhadores(as) tentando impedi-los(as). Porém neste momento de luta por ver cumprida uma lei que nos beneficia, não podemos nos pautar pelos medos para tomarmos a decisão de entrar de cabeça na busca de direitos mais que reconhecidos. Que tal nos guiarmos pela coragem de buscar um direito que a sociedade já nos conferiu e que o governo não quer nos dar? Apelamos à todos que entrem na luta, cada um dando força ao outro, num verdadeiro espírito de solidariedade e companheirismo. Participem das assembléias e manifestações da categoria.
Lembramos que a lei do Piso Nacional trará um benefício especial aos ACTs: mais vagas para concurso (por conta da ampliação da hora atividade), abrindo a oportunidade de efetivação.
“Agora é nóis”. Participação de todos é nossa arma. Quem não faz agora, chora o leite derramado depois. E adianta chorar o leite derramado?
COORDENAÇÃO ESTADUAL DO SINTE
Fonte: Adaptado de www.sintejoinville.blogspot.com
No mesmo sentido, o STF no mandado de Injunção 670, 708, 712 entende que os mesmos direitos dos trabalhadores do setor privado se aplicam ao setor público, o que equivale a dizer que tanto os professores efetivos quanto os ACTS tem o direito de greve e de manifestação assegurados por lei.
Reafirmamos que os trabalhadores da educação publica, de acordo com a lei, pelo fato de a educação não se enquadrar na categoria dos serviços essenciais, tem seu direito garantido tanto pela Constituição como pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Quanto ao medo da demissão dos ACTs, esclarecemos que esta só pode ocorrer mediante as seguintes situações:
-No final do Contrato;
-Por pedido do interessado;
-No caso de três faltas injustificadas seguidas ou cinco intercaladas, o que não é o caso da greve. Como greve é direito assegurado, estas faltas não caracterizam faltas injustificadas que possam levar à demissão;
-Retorno do efetivo, no caso de ACTs em vagas vinculadas.
Sabemos da apreensão dos professores, em especial dos ACTs, sobre seu direito ou não de participarem do movimento grevista e da pressão que será feita por parte do governo aos trabalhadores(as) tentando impedi-los(as). Porém neste momento de luta por ver cumprida uma lei que nos beneficia, não podemos nos pautar pelos medos para tomarmos a decisão de entrar de cabeça na busca de direitos mais que reconhecidos. Que tal nos guiarmos pela coragem de buscar um direito que a sociedade já nos conferiu e que o governo não quer nos dar? Apelamos à todos que entrem na luta, cada um dando força ao outro, num verdadeiro espírito de solidariedade e companheirismo. Participem das assembléias e manifestações da categoria.
Lembramos que a lei do Piso Nacional trará um benefício especial aos ACTs: mais vagas para concurso (por conta da ampliação da hora atividade), abrindo a oportunidade de efetivação.
“Agora é nóis”. Participação de todos é nossa arma. Quem não faz agora, chora o leite derramado depois. E adianta chorar o leite derramado?
COORDENAÇÃO ESTADUAL DO SINTE
Fonte: Adaptado de www.sintejoinville.blogspot.com
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domingo, 15 de maio de 2011
Greve no Magistério Estadual
Educação
BOLETIM 01 CSP CONLUTAS JOINVILLE
ESTAMOS EM GREVE! COLOMBO QUER ACABAR COM NOSSO PLANO DE CARREIRA
Em Assembléia emocionante a categoria votou pela GREVE GERAL!
O dia 11 de maio de 2011 já está marcado em nossa história, onde cerca de 10 MIL TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO decidiram socorrer nossa profissão. Nosso objetivo é arrancar deste governo mais respeito, valorização e dignidade.
O piso salarial votado pelo STF define como PISO o vencimento inicial da carreira, não incluindo as gratificações, abonos ou prêmios, porém ainda não é o suficiente: defendemos o salário mínimo do DIEESE que é de R$ 2.200,00.
O que o Governo está fazendo para nos confundir?
Está considerando como piso a soma do vencimento com a regência de classe, o triênio, o prêmio educar e a nossa carreira (pós–graduação, progressão funcional, mestrado), mesmo com a soma de todas as gratificações, ainda não atinge o piso. Portanto, o governo incluirá qualquer valor até atingir piso. Desta forma, a política do governo contemplará somente cerca de 7 mil trabalhadores, dos 60 mil existentes.
Agora o piso como vencimento é lei! Todo cálculo deve ser a partir de R$ 1.187.00 - valor aprovado pelo MEC.
Em assembléia no dia 07 de abril oferecemos a Raimundo Colombo e Marco Tebaldi um prazo para nos informar sobre como e quando eles iriam cumprir a LEI, RESSALTANDO A MANUTENÇÃO DOS NOSSOS DIREITOS ADIQUIRIDOS COM MUITA LUTA, como a regência de classe e nosso plano de carreira.
Colombo/Tebaldi (continuidade de Luiz Henrique/Paulo Bauer, portanto, estão no poder há 8 anos e 5 meses) que a partir da troca de partido virou base do governo Dilma, nos enviou um ofício que desrespeita a lei do PISO aprovada pelo Supremo e acaba com nosso plano de carreira. O ofício foi rechaçado na íntegra pela maioria da categoria!
O que fazer agora?
A HORA É AGORA, O MOMENTO É JÁ, SE NÃO TEM PISO, NÓS NÃO VAMOS TRABALHAR!
DIAS 16 E 17 DE MAIO: -AULAS DE 30 MINUTOS COM CONSCIENTIZAÇÃO DOS PAIS E ESTUDANTES;
-MOBILIZAÇÃO COM FAIXAS, CARTAZES E ATOS NAS ESCOLAS E NA COMUNIDADE;
-ORGANIZAÇÃO DO COMANDO DE MOBILIZAÇÃO PARA VISITAR ESCOLAS JUNTO COM A COORDENAÇÃO DO SINTE;
Dia 18 de maio de 2011 paralisação total das escolas rumo ao PISO SALARIAL E ASSEMBLÉIA REGIONAL.
BOLETIM 01 CSP CONLUTAS JOINVILLE
ESTAMOS EM GREVE! COLOMBO QUER ACABAR COM NOSSO PLANO DE CARREIRA
Em Assembléia emocionante a categoria votou pela GREVE GERAL!
O dia 11 de maio de 2011 já está marcado em nossa história, onde cerca de 10 MIL TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO decidiram socorrer nossa profissão. Nosso objetivo é arrancar deste governo mais respeito, valorização e dignidade.
O piso salarial votado pelo STF define como PISO o vencimento inicial da carreira, não incluindo as gratificações, abonos ou prêmios, porém ainda não é o suficiente: defendemos o salário mínimo do DIEESE que é de R$ 2.200,00.
O que o Governo está fazendo para nos confundir?
Está considerando como piso a soma do vencimento com a regência de classe, o triênio, o prêmio educar e a nossa carreira (pós–graduação, progressão funcional, mestrado), mesmo com a soma de todas as gratificações, ainda não atinge o piso. Portanto, o governo incluirá qualquer valor até atingir piso. Desta forma, a política do governo contemplará somente cerca de 7 mil trabalhadores, dos 60 mil existentes.
Agora o piso como vencimento é lei! Todo cálculo deve ser a partir de R$ 1.187.00 - valor aprovado pelo MEC.
Em assembléia no dia 07 de abril oferecemos a Raimundo Colombo e Marco Tebaldi um prazo para nos informar sobre como e quando eles iriam cumprir a LEI, RESSALTANDO A MANUTENÇÃO DOS NOSSOS DIREITOS ADIQUIRIDOS COM MUITA LUTA, como a regência de classe e nosso plano de carreira.
Colombo/Tebaldi (continuidade de Luiz Henrique/Paulo Bauer, portanto, estão no poder há 8 anos e 5 meses) que a partir da troca de partido virou base do governo Dilma, nos enviou um ofício que desrespeita a lei do PISO aprovada pelo Supremo e acaba com nosso plano de carreira. O ofício foi rechaçado na íntegra pela maioria da categoria!
O que fazer agora?
A HORA É AGORA, O MOMENTO É JÁ, SE NÃO TEM PISO, NÓS NÃO VAMOS TRABALHAR!
DIAS 16 E 17 DE MAIO: -AULAS DE 30 MINUTOS COM CONSCIENTIZAÇÃO DOS PAIS E ESTUDANTES;
-MOBILIZAÇÃO COM FAIXAS, CARTAZES E ATOS NAS ESCOLAS E NA COMUNIDADE;
-ORGANIZAÇÃO DO COMANDO DE MOBILIZAÇÃO PARA VISITAR ESCOLAS JUNTO COM A COORDENAÇÃO DO SINTE;
Dia 18 de maio de 2011 paralisação total das escolas rumo ao PISO SALARIAL E ASSEMBLÉIA REGIONAL.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
PRAZER, SOMOS A CSP-CONLUTAS!
Provavelmente este é seu primeiro contato conosco. A Central Sindical e Popular CONLUTAS, fundada em 2010, é uma entidade que congrega em seu interior sindicatos, movimentos sociais (por moradia, contra o racismo, machismo e homofobia, por exemplo), oposições sindicais e entidades estudantis. Estamos unid@s devido ao afastamento da CUT dos trabalhadores e a sua consolidação como um instrumento a serviço do governo.
Além da necessidade da construção de uma entidade que realmente represente os trabalhadores, de forma independente é preciso um novo rumo para o movimento sindical, construir uma unidade central que junte o campo e cidade, trabalhadores e estudantes em dentro da mesma entidade, dirigida pela base. Por isso existimos.
Aqui na cidade somos um grupo de pessoas que concordam que nem a CUT e nem a UNE servem como instrumento de luta e apoio aos trabalhadores ou estudantes. Entidades que recebem verbas milionárias do governo federal resolvem suas contradições nas mesas de negociação e acabam com tudo em pizza. Acreditamos que precisamos ter movimentos que lutem contra as opressões, associações de bairro, comprometidas com o meio ambiente e a qualidade dos serviços públicos e a garantia de nossos direitos.
Queremos resgatar o que havia de melhor no movimento operário e estudantil, ou seja, a solidariedade e a combatividade e a independência, assim como aprender com os erros do passado. Queremos uma entidade que a base decida os rumos do movimento, que una todos os tipos de movimentos em um só lugar, pois afinal a luta de tod@s é a mesma...
Junte-se a nos, venha construir essa idéia, venha construir e participar no próximo dia 16 de abril do primeiro encontro estadual da CSP – CONLUTAS em Florianópolis.
Além da necessidade da construção de uma entidade que realmente represente os trabalhadores, de forma independente é preciso um novo rumo para o movimento sindical, construir uma unidade central que junte o campo e cidade, trabalhadores e estudantes em dentro da mesma entidade, dirigida pela base. Por isso existimos.
Aqui na cidade somos um grupo de pessoas que concordam que nem a CUT e nem a UNE servem como instrumento de luta e apoio aos trabalhadores ou estudantes. Entidades que recebem verbas milionárias do governo federal resolvem suas contradições nas mesas de negociação e acabam com tudo em pizza. Acreditamos que precisamos ter movimentos que lutem contra as opressões, associações de bairro, comprometidas com o meio ambiente e a qualidade dos serviços públicos e a garantia de nossos direitos.
Queremos resgatar o que havia de melhor no movimento operário e estudantil, ou seja, a solidariedade e a combatividade e a independência, assim como aprender com os erros do passado. Queremos uma entidade que a base decida os rumos do movimento, que una todos os tipos de movimentos em um só lugar, pois afinal a luta de tod@s é a mesma...
Junte-se a nos, venha construir essa idéia, venha construir e participar no próximo dia 16 de abril do primeiro encontro estadual da CSP – CONLUTAS em Florianópolis.
domingo, 10 de abril de 2011
I Encontro Estadual da CSP-CONLUTAS em Santa Catarina
I Encontro Estadual da CSP-Conlutas SC
Organizando juntos, fortalecemos as lutas
16 de abril de 2011. Auditório do IFSC. Av. Mauro Ramos, n.º 950. Florianópolis - SC
08h30min – Mesa: Conjuntura e Reorganização.
- Atenágoras Lopes (Secretaria Executiva da CSPConluta Nacional).
- Paulo Rizzo (Presidente da Seção Sindical do Andes na UFSC).
- Marcos Dorval Schmitz (Diretor do Sinasefe SC).
12h00min - Almoço
13h30min - Reuniões setoriais por categoria, movimento ou setor.
15h30min - Plenária final:
- Plano de lutas.
- Funcionamento.
- Finanças.
- Eleição da Secretaria Executiva.
Contatos: João Sol - (48) 8406-0184 - Miliane - (48) 9935-8112 - Dorval (48) 8804-9470 ou pelo e-mail trabalhadoremluta@gmail.com
O governo Dilma já começou marcado por importantes ataques à classe trabalhadora: corte recorde de mais de R$ 50 bilhões do orçamento, votação do salário mínimo de R$ 545, congelamento salarial para o funcionalismo e a perspectiva de novas reformas neoliberais, como a previdenciária. No nosso estado, o governo Colombo ataca ferozmente os trabalhadores, com privatizações, cortes de verbas e congelamento de salários dos servidores. Nos municípios, se dá o mesmo tipo de ataques.
Para enfrentar esta difícil conjuntura, a CSP-Conlutas está articulando, com diversas organizações do movimento sindical e popular, um dia nacional de lutas para 28 de abril, com manifestações unificadas em todo o país. Chamamos todas as entidades dos movimentos sociais catarinenses para construirmos em nosso estado um grande dia de luta unitário neste 28 de abril.
Só em 2011, já estivemos à frente da solidariedade aos atingidos por enchentes no estado do Rio de Janeiro, no repúdio ao aumento dos parlamentares e governantes, na exigência de um aumento digno para o salário mínimo, no fortalecimento das lutas do funcionalismo, entre outras lutas.
Os militantes da nossa central estão entre os 13 militantes que foram presos porque se manifestaram repudiando a visita do presidente dos EUA e os acordos de submissão
e entrega do pré-sal ao imperialismo. As greves gerais dos trabalhadores europeus e as grandes lutas que varrem o norte da África e o Oriente Médio nos inspiram a continuar apostando na luta coletiva em defesa de direitos sociais e na construção de um rumo socialista para a sociedade.
A Central Sindical e Popular CSP-Conlutas surgiu de um processo de unificação de diferentes organizações no Congresso da Classe Trabalhadora, ocorrido em junho de
2010, em Santos. Congrega sindicatos, movimentos populares, movimento estudantil e movimentos de luta contra as opressões (mulheres, negros e GLBTs).
A CSP-Conlutas é a única Central brasileira que não passou para o lado do governo e está sempre nas lutas dos trabalhadores, da juventude e dos movimentos sociais. Mantém a sua independência, ao não aceitar dinheiro dos governos e patrões. Na CSP-Conlutas, as decisões são tomadas democraticamente pelos representantes eleitos nas
entidades de base dos trabalhadores e movimentos sociais, com plena autonomia.
Vamos construir o I Encontro da CSP-Conlutas Santa Catarina. Para este encontro, as diferentes entidades, movimentos e oposições devem discutir e eleger os seus representantes para compor a secretaria executiva da CSPConlutas SC, bem como pensar em planos de construção política e de finanças para a Central em nosso estado.
Organizando juntos, fortalecemos as lutas
16 de abril de 2011. Auditório do IFSC. Av. Mauro Ramos, n.º 950. Florianópolis - SC
08h30min – Mesa: Conjuntura e Reorganização.
- Atenágoras Lopes (Secretaria Executiva da CSPConluta Nacional).
- Paulo Rizzo (Presidente da Seção Sindical do Andes na UFSC).
- Marcos Dorval Schmitz (Diretor do Sinasefe SC).
12h00min - Almoço
13h30min - Reuniões setoriais por categoria, movimento ou setor.
15h30min - Plenária final:
- Plano de lutas.
- Funcionamento.
- Finanças.
- Eleição da Secretaria Executiva.
Contatos: João Sol - (48) 8406-0184 - Miliane - (48) 9935-8112 - Dorval (48) 8804-9470 ou pelo e-mail trabalhadoremluta@gmail.com
O governo Dilma já começou marcado por importantes ataques à classe trabalhadora: corte recorde de mais de R$ 50 bilhões do orçamento, votação do salário mínimo de R$ 545, congelamento salarial para o funcionalismo e a perspectiva de novas reformas neoliberais, como a previdenciária. No nosso estado, o governo Colombo ataca ferozmente os trabalhadores, com privatizações, cortes de verbas e congelamento de salários dos servidores. Nos municípios, se dá o mesmo tipo de ataques.
Para enfrentar esta difícil conjuntura, a CSP-Conlutas está articulando, com diversas organizações do movimento sindical e popular, um dia nacional de lutas para 28 de abril, com manifestações unificadas em todo o país. Chamamos todas as entidades dos movimentos sociais catarinenses para construirmos em nosso estado um grande dia de luta unitário neste 28 de abril.
Só em 2011, já estivemos à frente da solidariedade aos atingidos por enchentes no estado do Rio de Janeiro, no repúdio ao aumento dos parlamentares e governantes, na exigência de um aumento digno para o salário mínimo, no fortalecimento das lutas do funcionalismo, entre outras lutas.
Os militantes da nossa central estão entre os 13 militantes que foram presos porque se manifestaram repudiando a visita do presidente dos EUA e os acordos de submissão
e entrega do pré-sal ao imperialismo. As greves gerais dos trabalhadores europeus e as grandes lutas que varrem o norte da África e o Oriente Médio nos inspiram a continuar apostando na luta coletiva em defesa de direitos sociais e na construção de um rumo socialista para a sociedade.
A Central Sindical e Popular CSP-Conlutas surgiu de um processo de unificação de diferentes organizações no Congresso da Classe Trabalhadora, ocorrido em junho de
2010, em Santos. Congrega sindicatos, movimentos populares, movimento estudantil e movimentos de luta contra as opressões (mulheres, negros e GLBTs).
A CSP-Conlutas é a única Central brasileira que não passou para o lado do governo e está sempre nas lutas dos trabalhadores, da juventude e dos movimentos sociais. Mantém a sua independência, ao não aceitar dinheiro dos governos e patrões. Na CSP-Conlutas, as decisões são tomadas democraticamente pelos representantes eleitos nas
entidades de base dos trabalhadores e movimentos sociais, com plena autonomia.
Vamos construir o I Encontro da CSP-Conlutas Santa Catarina. Para este encontro, as diferentes entidades, movimentos e oposições devem discutir e eleger os seus representantes para compor a secretaria executiva da CSPConlutas SC, bem como pensar em planos de construção política e de finanças para a Central em nosso estado.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Sepe convoca paralisação extraordinária das escolas municipais do Rio, contra a falta de segurança
O Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação do Rio de Janeiro) convoca as escolas municipais do Rio para uma paralisação extraordinária de 24 horas neste dia 8, sexta-feira, com ato público na Cinelândia, às 10h. O objetivo desta paralisação é demonstrar a indignação dos profissionais de educação contra mais esse ato de violência em nossas escolas, representada por essa tragédia ocorrida hoje, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, com a morte, até agora, de 11 alunos, vítimas de um atirador.
O Sepe convoca as demais redes públicas e particulares de educação a se juntar ao ato na Cinelândia. O sindicato acredita que mais investimentos nas escolas públicas podem diminuir os riscos de repetição deste triste fato. Há uma carência na rede de milhares de profissionais especializados na segurança dos alunos, como porteiros e inspetores nas escolas públicas. Os governos não fazem concursos para cobrir esta carência.
A falta de segurança nas escolas municipais e estaduais do Rio vem sendo denunciada pelo Sepe há anos mas, infelizmente, os governos se recusam a discutir com a categoria o assunto. Dessa forma, o Sepe exige que o prefeito Paes e o governador, os respectivos secretários de educação do estado e município do Rio, e as autoridades de segurança de nosso estado discutam com os profissionais de educação como enfrentar esse grave problema.
Ainda há pouco, o prefeito Paes, em uma comprovação do que falamos, afirmou em entrevista coletiva que “escolas continuarão abertas”, sem especificar qualquer política de segurança.
Nos últimos anos, o Sepe já esteve algumas vezes no Ministério Público e na Câmara de Vereadores para denunciar o aumento da violência nas escolas públicas do Rio de Janeiro. O número de casos de violência dentro e no entorno das escolas tem aumentado de ano para ano: agressões a professores, brigas de alunos, balas perdidas resultantes de operações policiais ou confronto de quadrilhas de traficantes; todas estas ocorrências tem provocado ferimentos e até mortes de alunos e o sindicato tem denunciado às autoridades, mas, até o momento, nossas denúncias tem caído no vazio e as ocorrências continuam acontecendo.
Por conta deste fato, o Departamento Jurídico do Sepe está estudando entrar na Justiça contra as autoridades municipais (responsáveis pela rede municipal) e estaduais (responsáveis pela segurança pública) responsabilizando-as criminalmente pela lamentável tragédia ocorrida hoje pela manha na EM Tasso da Silveira.
O Sepe convoca as demais redes públicas e particulares de educação a se juntar ao ato na Cinelândia. O sindicato acredita que mais investimentos nas escolas públicas podem diminuir os riscos de repetição deste triste fato. Há uma carência na rede de milhares de profissionais especializados na segurança dos alunos, como porteiros e inspetores nas escolas públicas. Os governos não fazem concursos para cobrir esta carência.
A falta de segurança nas escolas municipais e estaduais do Rio vem sendo denunciada pelo Sepe há anos mas, infelizmente, os governos se recusam a discutir com a categoria o assunto. Dessa forma, o Sepe exige que o prefeito Paes e o governador, os respectivos secretários de educação do estado e município do Rio, e as autoridades de segurança de nosso estado discutam com os profissionais de educação como enfrentar esse grave problema.
Ainda há pouco, o prefeito Paes, em uma comprovação do que falamos, afirmou em entrevista coletiva que “escolas continuarão abertas”, sem especificar qualquer política de segurança.
Nos últimos anos, o Sepe já esteve algumas vezes no Ministério Público e na Câmara de Vereadores para denunciar o aumento da violência nas escolas públicas do Rio de Janeiro. O número de casos de violência dentro e no entorno das escolas tem aumentado de ano para ano: agressões a professores, brigas de alunos, balas perdidas resultantes de operações policiais ou confronto de quadrilhas de traficantes; todas estas ocorrências tem provocado ferimentos e até mortes de alunos e o sindicato tem denunciado às autoridades, mas, até o momento, nossas denúncias tem caído no vazio e as ocorrências continuam acontecendo.
Por conta deste fato, o Departamento Jurídico do Sepe está estudando entrar na Justiça contra as autoridades municipais (responsáveis pela rede municipal) e estaduais (responsáveis pela segurança pública) responsabilizando-as criminalmente pela lamentável tragédia ocorrida hoje pela manha na EM Tasso da Silveira.
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